Bom Dia Segunda Feira.
Hoje fazem 08 dias, que estou com uma tosse de cachorro, catarro no peito e um sono que tento me livrar sem muito sucesso.
Realmente não foi uma semana lá muito saborosa não.
Acabo de ler a coluna do Pondé na folha, é a melhor coisa que faço por mim nas manhãs de Segunda. Me sinto menos sozinha na minha azedisse matinal.
Ponde hoje está falando do cineasta Terrence Malick, está falando de toda Melancolia do seu novo filme, "Arvore da Vida". Eu ainda não fui ver esse filme, confesso que por um certo medo sobre tudo que li sobre ele. Assisi já Melancolia do Lar Von Trier, e garanto que já foi o bastante.
O mais interessante desse filme, é que ele fez eu pensar muito sobre a Melancolia, de uma forma racional que nunca havia pensado antes, pensar que algumas pessoas sim vivem com a Melancolia e aprendem a viver com ela, nosso amigo Ponde, fala no texto de hoje que é uma pessoa essencialmente atormentada pela Melancolia, esses dias Woody Allen falou na boca de um dos seus personagens que é e sempre sera um inquieto neurótico.
Não estou sozinha!
Não fui nadar mais uma vez, acho que o vento frio pós saída da piscina, pode me fazer muito mau.
Liguei para o meu pai para desejar um Feliz Dia dos pais atrasado, me senti um pouco melhor.
É só uma Segunda Feira, a ultima dos meus 29 anos, pode ser que sejam só hormônios, mas eita hormóninhos melancólicos em!
No final da semana passada, estava com cara de defunta, fui na manicure, passei mau, joguei uma caixa de tinta vermelha nos cabelos, para ver se algo se tornava um pouco menos monocromático, pálido.
Como se pudesse fazer uma mudança de fora para dentro.
Voltei na Terapelta do meu filho, não me simpatizo com ela, não gosto de acordar cedo para ir até lá, não gosto dela, a acho medíocre demais, arrogância minha ou não, ela não sera uma boa psicóloga.
Ouço agora o novo disco do Chico Buarque e penso em quanto tempo poderia passar nas salas de cinema.

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