quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Cinema


Minha semana passada foi maravilhosa.
Maravilhosa, porque consegui ver 6 filmes!!! Sim, SEIS FILMES!
E isso é muito bom, quando voce assiste 6 filmes, voce tem 6 chances de ver algo muito bom e até mesmo surpreendente!
E foi o que ocorreu essa semana!'
Vou listar, pra não esquecer:
Almolço em Agosto***
Godbye Solo****
Up, Altas Aventuras**************************** Como esse blog não é o guia da Folha, posso colocar ilimitadas estrelas, e ainda é pouco pra dizer o quanto esse fílme é fenomenal e surpreendente! Mesmo quem não é fã de animação, vai gostar, porque é serio não tem como nào gostar, é ducaralho!!! A começar a fotografia, aquela casa cheia de balões voando... O Roteiro! É o filme que voce ri e chora, chora e ri!
Voltando a lista, dos filmes que vimos em casa, O Banheiro do papa( parcial ou completo?)
Liberdade Condicional, fílme baseado no livro do Edward Bunker, Nem os Mais Ferozes ( na minha opinião, o melhor livro dele), o filme é bem diferente do livro, como sempre né? Mas não me preocupei com isso, mas foi filmado na decada de 70, tem aquele ritmo dos filmes americanos feitos nesta epóca, mas vale muito pela participação do Bunker, fazendo um papel pequeno, mas notorio. E enquanto trabalhava vi o Dois Perdidos Numa Noite Suja, filme baseado em literatura é muito delicado, é inevitável a comparação com o livro, mas literatura é muito diferente, tem o psicologico dos personagens, cada um que le imagina as situações do seu jeito, transportar pro cinema, é bem diferente. Eu coloquei o dvd pra rodar e liguei o foda-se, sem pensar no livro do Plinio, e deu certo. O diretor viajou legal, jogou os caras la em Nova York,colocou uma mulher pra fazer o Paco, isso eu achei ducaralho. Tem varias coisas que fogem do contexto da peça original, mas porra, fazer aquilo no palco e fazer no cinema, é muito diferente, o diretor viajou legal e eu particularmente gostei muito das viagens dele. Puta filme! O Roberto Bomtempo é um ator que gosto muito, fodido mesmo! Mesmo dentre as viagens do diretor, a peça ta lá, o conflito, a essência do texto do Plinio esta toda lá.
E essa semana ainda na onda dos filmes que vem da literatura, assistimos o Medo e delírio em Las Vegas, outro filme da decada de 70, mas uma vez um livro de 300 páginas, enxugado em uma hora e meia de filme e os caras souberam fazer, ta tudo lá, igual ao livro. Fiel pra caralho, bom pra caralho! Também tem só esses caras no elenco!
Johnny Depp (Raoul Duke)
Benicio del Toro (Dr. Gonzo)
E ontem fui assistir o outro comentado, A Onda, alemão. E Filme alemão é que nem pizza, mesmo quando é ruim é bom. Os caras sabem fazer isso muito bem, esse é um bom filme, um filme que me deixou com bastante dor de cabeça, uma cama de gato, sem duvidas!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Criticas


Mas, mas, mas..
Será que eu estou ficando muito chata, muito critica?
Pois é, semana passada fui ao cinema assistir o aclamado anti Cristo, do polêmico cineasta dinamarquês, Lar Von Trier. Puta que merda.
Calma ai, antes das pedradas, eu vos explico.
Primeiro, quando soube do novo filme do diretor, criei uma puta expectativa, enorme. Na semana de estreia não consegui assistir, muitos amigos assistirão antes e não se continham, fui ver.
A primeira parte me impressionou, a música, a plástica, as cores, o ritmo, totalmente hipnótico.
O tema abordado interessante, mas abordado de uma forma, " louco pra chocar", não gostei.
Com um assunto desses teria feito um outro filme, melhor? Provável que não, mas bem diferente. Corrigindo-me, na minha concepção bem melhor sim. Acho que o cara quis chocar, e de fato me chocou aquela mulher decepando o próprio clitóris. Sinceramente sai do cinema mais descontraída que incomodada.
E agora acabo de chegar do teatro e fui assistir uma peça que também me falaram muito vai ver. Pois é, eu fui.
É cansativa, e em alguns momentos cheio que estava no Procópio Ferreira, vendo alguma gravação do sai de baixo. Me desculpem, essa é só a minha opinião, achei chata mesmo. O tema também, assim como o filme era bastante pertinente, com um conhecido e respeitado grupo, mas chata. Só isso.
Amarga eu? Não.
Talvez eu precise voltar a atuar mais e a criticar menos, talvez seja isso.
Aliás estou de ótimo humor.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

preguiça? poquinho né.


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Ar


Tirar os pés do chão

Tirar pra colocar, pra firmar

" Cabeça nas nuvens e pés no chão "

Balela.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sonhos


Sonhos com detalhes, sonhos estranhos, cheio de detalhes, fatos e realidade.
Dizem que quando a gente ta sonhando, a gente ta lá. Naquela realidade. Será?
Acordei com o telefone, mas antes de atender, corri, peguei caneta e agenda e anotei. Anotei o máximo de coisas que consegui guardar na memória.
Tinha começos, meios, fins, confusões, conhecidos e desconhecidos.
Palhaço, piscina, teatro, fuga, metrô, janelas, crianças americanas....
Fico por um tempo naquela "realidade", um pouco desperça do mundo real.
Será que um dia vou conseguir interpretar meus sonhos? Meu subconciente? Porque sonhar, nada mais é que nosso subconciente falando coisas né?
E oi meu fala bastante, sonho muito.


domingo, 13 de setembro de 2009

escolhas...




Estou tão cansada.
Hoje durante o dia senti todo esse peso sobre mim.
Ainda bem. Porque agora, estou só cansada. Fisicamente cansada, excessivamente. E fedida também.
Estou soltando os laços, desamarrando os nós, enquanto ouço esse disco, que o Tche acabou de colocar, sinto a noite garoenta refrescando a casa.
Acho que não existe sensação melhor que essa, sabia? Acho que por isso, nós seres humanos trabalhamos tanto, tencionamos os músculos e provocamos tanta enxaqueca, será?
Só pra tirar o colar do pescoço, aquele que me da um colorido nesses dias que me sinto tão tensa, arrancar a sandália, abrir a fivela do sutiam e sentir o cheiro de suor, aquele sabe, que sai da dobrinha do seio, uma mistura de hidratante de camomila, sol, tensões, alegrias... Com cheiro de um dia quente de trabalho e atividades extra curriculares.
Agora tirei a calça também, e o cheiro não é dos mais agrádaveis. Meu Deus, como a gente fede, muito mais que os animais domésticos, as plantas mortas.... talvez menos que frios e frutas estragadas na geladeira, mas não muito menos.
Sabe, estou assim, que nem esse tempo ai fora, " querendo chover", querendo explodir numa tempestade de agua, mas não chove, segurando uma garoinha fina, discreta... Não sei explicar.
Nem pra quem lê e muito menos pra mim.
É tão difícil o ser humano, não é? É tão difícil ser mulher, ter quase trinta e essas coisas todas...
Eu penso em morte, eu penso em dor, em carinho, em solidão...
Em frustração.
Acho que é o adjetivo pra esse post, pra explicar, pra entender, sei lá.
To frustrada. Tenho motivos pra tal.
Todo mundo tem, e eu tenho os meus, poxa.
Ta tocando uma música bonita dos Beatles, e me da uma puta vontade de chorar, essa é uma das minhas músicas preferidas, talvez a preferida dos Beatles.
A merda, eu quero chorar, eu quero botar fogo no puteiro, eu quero sair por ai....
Sai com essa garoa e convida-la a chover.
Insiti com ela, a chover.


Eu já tirei a calça, o colar, o sutiam... Sei lá, talvez se eu tirar os brincos, se eu tirar esse esmalte vermelho da minha unha. Não sei.
Pode ser que seja sono.
Tem muitas coisas que quero falar, muitas coisas que quero explorar, par entender, pra destrinchar.


Escolhas


Quais são as minhas
Quais foram as minhas
Quais serão as minhas de hoje pra frente???
Em que momento eu abri mão de escolher? Em qual momento não foi me dado a opção de escolha?
Qual escolha eu me acovardei?
Qual escolha, eu aceitei passivamente? E se eu aceitei passivamente, até que ponto foi uma escolha?
Confuso né? Imagine para mim.
Pra ilustrar melhor isso, as duas imagens acima.
Essa flor amarela e branca, margarida né? Eu, eu Patrícia, escolhi fotografa-la, fazer esse enquadramento, etc. Entre tantas flores, tantas coisas, eu escolhi ela. E esse menininho loirinho e lindo, nesta paisagem natural de Floripa, eu escolhi?
De certa forma sim, mas veja como essa criança é bem mais complexa e profunda que essa flor, e ambas tem belezas e calores intensos.
Eu amo o Logan, paixão. Quando ele fez 7 dias de vida, foi um dos dias mais felizes da minha vida.
Eu olhava pra ele, e entendia, o que era sonho realizado. Entendia.
Mas as vias que esse sonho tornou-se realidade, será que eu escolhi? As vezes tenho certeza que não, mas será, será mesmo que não?
Começar a dirigir um carro e não dirigir mais num curto espaço de tempo, será que eu escolhi? Sera que não tive opção de escolha? Será que aceitei passivamente, ma acovardei, será...
Fotografar casamentos, ser palhaça de festas, dar aula de teatro, dar aula de fotografia, trabalhar de vendedora.... o que eu quero? Por que eu quero?
Fugir com o circo? Comprar banana ou abacaxi, sapato preto ou vermelho, mussarela ou queijo prato? Claro que é parmessão.
Opa, algumas coisas eu sei, eu as escolho, com certeza. Sem sombra de dúvida sou mais coca cola que pepsi, mais cinema que futebol.
Toca chorinho e eu gosto. Vou dormir o sono dos pesados.




domingo, 6 de setembro de 2009

FESTA DA FLÁVIA

Patrícia(aos olhos de Ana Terra)
Pinça e Flavita


Pinça Piarando e eu ouvindo


Tchê e Zé na varanda


Marquinho





Eu e a Flávia em pulos





Ana





Eu e a Flávia, declarações de amor.








Nós tres. Tche, eu e Flavita







No ar

" Festa estranha com gente esquisita eu não to legal, não aguento mais birita... " É até Legião Urbana tocou nesta festa, nesta festa onde as cervejas eram enxugadas numa velocidade atróz, onde até a coca cola e agua acabaram. Sim, eramos muitos, e estavamos pra lá de bagdá.
Foi uma puta festa!
Cheia de coisinhas, de bebidinhas, rodas de conversa, discos rolando, turmas paralelamente estranhas. O Pinça e a Flávia receberam todos muito bem.
Não havia tempo pra cerveja gelar e ela descia quente e cheia na boca seca da galéra.
Detalhe, festa seguida de paranóias, obsseções e porque não dizer, flash backs.
Estamos todos numa roda viva e paranoicamente perigosa.
Acabei d eler Medos e Delirios em Las Vegas, do jornalista Hunter Thompson, que doidera, que doidera.
Disse ontem ao Thê: "livro maldito, vou dar um tempo com essa literatura marginal, agora vou estudar livros de teatro, etc..." Mas hoje olhando pra estante pensava em Keroak, mas acabei de começar a ler o clássico dos bitniks, "Almolço Nu" do Burroughs.